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segunda-feira, 4 de março de 2013

Ligue.3536-3414 Consignado Prefeitura de São Paulo

Empréstimo Consignado para Servidor da Prefeitura do Município de São Paulo.
Porque não foi liberado ainda?

O Banco do Brasil recorrer das medidas liminares que impediram a exclusividade na concessão de crédito consignado em contratos fechados com Estados e município.  Em São Paulo, o sindicato dos servidores Sindsep também obteve liminar contra a exclusividade no município, enquanto o Ministério Público do Distrito Federal entrou com ação civil contestando essa prática.

A nova administração está analisando o processo de pluralidade de consignado com outros bancos além do Banco do Brasil?
Com certeza será liberado no diário  do municipio em breve
Consignado P.M.S.P
 no Holerite do Servidor Prefeitura de São Paulo,




CRÉDITO PMSP LIGUE EMPRESTIMO LIGUE-11-3536-3414- 
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01 CONSIGNADO SERVIDOR ESTADO DE SÃO PAULO

Os servidores públicos estaduais de São Paulo civis e militares, ativos, inativos e pensionistas poderão escolher, a partir de agosto, o banco de sua preferência para contratar crédito consignado (empréstimo com desconto em folha de pagamento do Estado de São Paulo).

Um decreto do governador Geraldo Alckmin abre para as demais instituições bancárias a possibilidade de ofertar esta modalidade de crédito a 1 milhão de funcionários estaduais.

Até o dia 12 de agosto, apenas o Banco do Brasil, que é o agente financeiro do Tesouro do Estado de São Paulo, pode fazer o empréstimo para os servidores com desconto na folha.

Crédito consignado do Estado de São Paulo é alternativa para pagar contas com juros baixos

Limite

A consignação não poderá ser superior a 30% dos vencimentos do servidor e a quitação do empréstimo do Estado de São Paulo deve ocorrer, no máximo, em 60 parcelas.

Antes de contratar o serviço, a instituição bancária deverá informar o valor total financiado, a taxa do custo efetivo total (mensal e anual), o montante total a pagar e o número, periodicidade e valor das parcelas que serão descontadas diretamente do salário do servidor.

Na ocasião do processamento da Folha de Pagamento e do depósito dos vencimentos ao servidor do Estado de São Paulo, o Estado fará o repasse do valor consignado diretamente para a instituição bancária contratada. No caso de uma ou mais parcelas não serem quitadas por algum motivo, caberá ao servidor recolher o valor devido – sem prejuízo para a Administração Pública.

02 BANCO MOSTRA POUCA DISPOSIÇÃO PARA AVANÇAR NA PORTABILIDADE
Dois meses após o novo modelo de portabilidade de crédito entrar em vigor, os bancos estão pouco ativos na conquista das operações dos seus concorrentes. O movimento silencioso se justifica, segundo relatos de executivos ouvidos pelo Valor, pelas condições ainda consideradas propícias à contratação de operações com desconto em folha (consignadas) e de financiamento imobiliário, bem como à alta dos juros no último ano, que desestimula uma competição desenfreada entre as instituições. Houve também entraves tecnológicos no meio do caminho.
 
Segundo dados do Banco Central (BC), em junho foram fechadas 15.364 transações de portabilidade de consumidores e empresas. O número é inferior à média de 54 mil operações por mês, entre abril de 2013 e abril deste ano, que aconteciam sob as regras antigas. Os dados têm frustrado a autoridade, que já convocou duas reuniões com representantes dos bancos para entender o baixo volume, segundo fontes. Procurado, o BC não se manifestou por acreditar que ainda é cedo para avaliar os resultados.
 
Os dados do últimos meses não são exatamente comparáveis com os anteriores, uma vez que até o começo de maio, o BC considerava como portabilidade operações como a chamada "troca com troco", frequente nas migrações de empréstimo consignado feitas pelos correspondentes bancários. Agora a transação é proibida. O que acontecia, nesse caso, é que o tomador contratava o empréstimo até um limite permitido - que é um percentual de sua remuneração mensal. Mas, conforme ia quitando a dívida, abria-se espaço para a contratação de mais financiamento e, nesse contexto, o correspondente bancário, junto com um banco rival, prometia renovar a operação pelo valor "cheio" inicial.
 
O que se vê, por ora, é que os esforços de alguns bancos têm se concentrado na manutenção de sua base de clientes e na captação de novos contratos.
 
É o caso da Caixa. "O foco da Caixa continua sendo gerar novos créditos. Não temos estratégia para tomar clientes de outros bancos", diz o diretor de habitação da Caixa, Teotônio Rezende. O banco gera cerca de 3 mil contratos de crédito imobiliário por dia. Em maio, apenas sete contratos imobiliários foram encaminhados para outras instituições, enquanto 30 clientes de outros bancos quiseram vir para a Caixa. O banco não divulga números, mas diz que quase 100% das solicitações de portabilidade são relativas a crédito consignado.
 
No Banco Daycoval, o cenário também é de pouco interesse e demanda pelas operações. "Acreditamos que seja necessário um tempo para a maturação das novas regras, para que os agentes, tanto bancos, quanto correspondentes e clientes se familiarizem com os ajustes operacionais", diz o diretor do Daycoval Nilo Cavarzan.
 
Problemas tecnológicos também são citados pelos bancos como uma barreira para a portabilidade. O Valor apurou que grande parte das instituições enfrentou problemas em maio com o sistema da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP). Segundo o superintendente geral da CIP, Joaquim Kiyoshi Kavakama, porém, o sistema funcionou normalmente. Os erros ocorreram por problemas de padronização na maneira como os bancos formatam e preenchem seus contratos de crédito. "Isso já foi conversado. Definimos uma regra e todos terão de se adequar até 21 de julho", diz. Ele explicou ainda que em 5 de maio apenas 50 instituições financeiras estavam com seus sistemas integrados ao da CIP. Agora 145 instituições estão conectadas para a operação.
 
Além disso, os sistemas dos bancos não estão preparados para uma abordagem mais ativa para atrair clientes de outras instituições. "Os bancos estão preparados para operar na portabilidade passiva e obedecer a regulação do BC, mas 50% deles ainda não estão prontos para a portabilidade ativa", diz o membro do conselho de administração da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Renato Oliva.
 
O movimento reduzido também se dá pela maior disposição dos bancos para renegociar os contratos em vigor. Sob a nova regra, as instituições têm até cinco dias para fazer uma contraproposta ao tomador que deseja migrar, dando-lhe uma chance de retê-lo no banco.
 
O Banco do Brasil (BB) montou uma central de atendimento ao cliente específica para atender as demandas e avaliar caso a caso, com foco especial na manutenção dos seus contratos. "Todos os pedidos de portabilidade vão para essa central, e os funcionários entram em contato com o cliente tentando mantê-lo", disse o diretor de empréstimos e financiamentos do BB, Edmar Casalatina. Ele afirmou que grande parte das demandas de portabilidade tem se concentrado em consignado.
 
A alta tarifa interbancária das operações - a taxa de compensação paga por um banco ao outro pelos custos de originação do crédito - também tem sido um inibidor da portabilidade eletrônica. Apesar de terem sido firmadas em um acordo feito pelos próprios bancos via Febraban, os valores fixados não agradaram a todos. Para cada modalidade de crédito, os bancos definiram um teto máximo, que decresce de acordo com a idade do contrato e do saldo em migração.
 
Os dois valores mais altos se dão na portabilidade de crédito imobiliário e veículos, com taxas de até R$ 3.750 e R$ 1.475, respectivamente. Dependendo do contrato e do banco, o valor pode inviabilizar a operação.
 
Entre os bancos consultados pela reportagem, o Pan foi a única instituição que assumiu uma postura mais ativa na busca por clientes de outras instituições. "Estamos vendo a portabilidade como uma ferramenta também para conquistar novos clientes", diz o diretor de consignação, Alex Sander Moreira Gonçalves. (Colaboraram Carolina Mandl e Felipe Marques)
 
Fonte: Valor Econômico / Fabiana Lopes - 03.07.14
 
02 Correspondente quer mudança nas regras
As novas regras de portabilidade de crédito não agradaram os correspondentes bancários, que até abril eram os principais agentes de migração de crédito entre os bancos. Por meio de duas associações, a Aneps e a Ancorp, os correspondentes colhem assinaturas para enviar ao Senado e à Câmara uma petição pela paralisação e rediscussão das novas regras criadas pelo Banco Central (BC).
 
Desde que a "troca com troco" passou a ser proibida pelo BC, o correspondente ficou sem atrativos para convencer um cliente a migrar de banco. Ao transferir os empréstimos, os correspondentes - conhecidos entre os bancos como "pastinhas" - ganham uma comissão. Os correspondentes integram cerca de 30 mil pequenas e médias empresas no Brasil.
 
"Concordo que havia uma situação descontrolada com muita gente explorando os tomadores de crédito com compra e recompra em busca de comissões, só que isso se resolveria se os bancos não aceitassem essa prática", diz o presidente da Anesp, Edison João Costa.
 
Segundo o presidente da Ancorp, Glemar Coelho, o volume de empréstimos feitos pelos correspondentes caiu muito desde as novas normas. "As operações devem ter caído cerca de 80%. Toda aquela estrutura de correspondente bancário que fazia R$ 10 bilhões de empréstimos passou a fazer R$ 2 bilhões."
 
Fonte: Valor Econômico / Fabiana Lopes - 03.07.14
 
01 Bancos buscam novos clientes no consignado
A retração verificada e projetada pelo Banco Central na totalidade das concessões de crédito no País está passando ao largo do consignado, que mantém taxas de crescimento anual de dois dígitos. Segundo os dados do BC, enquanto as concessões para carro desaceleraram, o consignado teve alta de 13,3% nos últimos doze meses até maio. Essa modalidade atrai os bancos em virtude do baixo nível de inadimplência, e o consumidor, pelas taxas de juro mais baixas entre as ofertas de crédito. O segmento continua sendo considerado relevante para os bancos, que terão que se esforçar para trazer novos clientes e manter o ritmo de expansão. Mas isso não assusta o setor.
 
O superintendente executivo de Crédito Consignado do Santander, Cezar Zanikian, destacou a relevância do segmento para o banco. “O produto tem um papel importante em nossa estratégia, por sua característica e capacidade de vinculação. Por isso, recentemente, reformulamos nossa estratégia comercial e passamos a ofertar o produto com maior foco na nossa rede de agências e representantes exclusivos do banco espalhados pelo Brasil. Desde então, já começamos a observar a evolução dos resultados em linha com os objetivos almejados”, afirmou Zabikian.
 
A superintendente financeira da Sorocred, Mary Helen Souto, também se diz otimista. Ela observa que embora o banco não tenha grande participação no segmento — que representa 8% do total da carteira de crédito, a Sorocred pretende ampliar a atuação nesta área. “Já estamos estudando algumas formas de trabalhar. Estamos com alguns projetos pilotos e estamos procurando um nicho que não tenha tanta concorrência. Esse produto é de nosso interesse e esperamos crescer nele a partir do próximo ano”, afirmou.
 
O Diretor Financeiro e de RI do Banrisul, João Gazzana, destaca o grande potencial a ser explorado. “Há espaço para crescer, mesmo que o ritmo seja um pouco menor”, disse. De acordo com ele, esse segmento foi bastante explorado pelos bancos em razão, principalmente, do baixo nível de inadimplência. Vários clientes que tomaram esse empréstimo há alguns anos, ainda estão pagando as prestações, já que o prazo dessa linha pode chegar a 60 meses. A regra bancária diz que o cliente só pode comprometer até 30% do salário. No entanto, se o cliente pagar parte da dívida terá disponibilizado um porcentual e poderá voltar a contratar um novo empréstimo.
 
Atrair clientes novos é o grande desafio dos bancos, avalia o analista de Instituições Financeiras da Austin Rating Luis Miguel Santacreu. “Esse produto foi bastante propagado pelos bancos, com amplas campanhas de marketing. Agora, o desafio é capturar novos clientes”, disse. Santacreu lembra que o produto deixou de ser apenas um produto, para se tornar o “queridinho dos bancos”. Mesmo diante do novo desafio, Gazzana está otimista e espera uma expansão de 12% no crédito consignado este ano, um pouco menor do que a registrada em 2013, de 14% a 15%.
 
O diretor da Financeira Consignado do Daycoval Nilo Cavarzan ressalta ainda que por ser um produto com baixo risco de inadimplência, o banco se sente seguro para crescer num período em que a economia não está boa. “Como parte de sua estratégia de negócios, o banco busca sempre uma diversificação de carteira. Sem dúvida, o crédito consignado é muito importante para esse sucesso e responde hoje por 36% de nossa carteira. É um produto que vem crescendo mês a mês em resultados e importância para o Daycoval. É um mercado com menos competidores, mas os competidores são de peso (bancos grandes)”, afirma Cavarzan.
 
Mary observa ainda que a falta de regulamentação para os correspondentes bancários era um problema, já que permita que esses parceiros levassem o crédito deum banco para outro sem nenhuma restrição. Hoje, coma portabilidade, que entrará em vigor no início de janeiro, segundo ela, isso vai acabar. Com a nova regra, o banco A terá cinco dias para fazer uma oferta ao cliente que queira levar sua dívida para o banco B. “Com os correspondentes legalizados, os bancos terão mais poder de negociação junto aos seus clientes”, afirma.
 
Fonte: Brasil Econômico / Alessandra Taraborelli - 03.07.14
02 DILEMA DOS BANCOS PÚBLICOS
Os dois maiores bancos brasileiros com controle federal—Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal—estão enfrentado um dilema. Daqui para frente, será preciso calibrar muito bem a pressão das torneiras do crédito, para que um excesso não comprometa os índices de alavancagem (medido pelo volume de empréstimos em relação ao capital); e para que parcimônia demais não precipite o aparecimento de índices de inadimplência mais elevados.
No caso da Caixa, o problema do capital está praticamente equacionado — o banco converteu R$ 37 bilhões em empréstimos perpétuos obtidos junto ao Tesouro. Como a Caixa é 100% do Tesouro, os analistas pressupõem que o banco receberá suporte em qualquer hipótese ou necessidade. No caso do BB, que tem acionistas privados e ações na Bolsa, a calibragem é mais crítica. O banco também conta com suporte do governo, mas deve satisfações ao mercado.
No caso de inadimplência maior, a rentabilidade de ambos sairá prejudicada; no caso de aumento de capital, o BB tem mais a perder— na semana passada, segundo a agência Bloomberg, o banco teria enfrentado investidores mais exigentes, ou seja, seu custo vai aumentar.
Edgard Dias, analista de bancos dedicado à Caixa na agência de classificação de risco Standard &Poor"s (S&P), acredita que a capitalização da Caixa é confortável, mas admite que com ritmo de concessões de crédito mais baixo do que nos últimos anos, quando a média passou de 40% ao ano, a qualidade da carteira de crédito da Caixa pode se deteriorar: “O forte crescimento dos últimos anos diluiu os ativos ruins”, lembra, referindo-se ao cálculo do índice
onde quanto maior o denominador (o volume total de crédito) menos o numerador (o volume de créditos em atraso) pesa na conta final. Mas Dias diz que a piora também está atrelada à alta recente dos juros. De qualquer maneira, o bom nível de renda e emprego continua evitando uma deterioração maior, que na sua opinião deve vir apenas em linhas como crédito pessoal não consignado e veículos, mas não no crédito imobiliário, modalidade na qual o banco tem grande experiência.
Cynthia Cohen Freue, analista especializada em BB na S&P, também atribui o baixo índice de inadimplência do banco ao forte crescimento do crédito em carteiras tradicionais, como agronegócio e consignado, que tem baixos índices de atrasos. Mas reconhece que pode haver uma alta dos calotes em outros segmentos, como crédito pessoal, cartões de crédito e middle market (médias empresas). Em relação ao capital, Cynthia está confortável com o nível atual: “O BB está bem, do ponto de vista de capital regulatório. Mas está buscando alternativas de funding para melhorar a qualidade com emissões de dívida subordinada no exterior”, diz.
“Todos os bancos brasileiros viram seus índices de alavancagem aumentar depois do crescimento forte do crédito nos últimos anos. E afila foi puxada pelos bancos públicos, o que causou algumas distorções e fez do sistema bancário brasileiro um pouco mais arriscado”, diz Sergio Garibian, analista do setor financeiro brasileira na S&P.
Para a agência Moody"s, há problemas à vista coma qualidade das carteiras de crédito dos bancos públicos — e o mesmo não ocorre com os bancos privados. A analista Ceres Lisboa disse em relatório divulgado no último dia 5 que essa preocupação já está visível nos balanços dos bancos públicos, que vem aumentando suas provisões. Segundo o relatório, o volume de empréstimos classificados nas categorias de risco mais altos cresceram 25% ante alta de 20% da carteira total nos bancos públicos desde setembro do ano passado.
“Depois da crise financeira internacional em 2008, os bancos públicos federais brasileiros desempenharam papel importante para irrigar a economia com crédito, pois os privados colocaram o pé no freio. Mas daqui para a frente o crescimento vai ser menor”, diz Erivelto Rodrigues, presidente da Austin Rating. O especialista também espera que o crescimento menor pode resultar no aparecimento de índices de inadimplência maiores. Mesmo com crescimento menor, Rodrigues também concorda que os bancos públicos estão com menos folga de capital. Para ele, a ida do BB ao exterior foi favorecida depois que o governo retirou o IOF das captações externas com prazos acima de seis meses, na semana passada. ”Essa isenção abre uma possibilidade maior de captar lá fora, mas o custo vai depender do mercado”.
Maria Rita Gonçalves, analista de bancos da Fitch Rating, disse em relatório especial sobre a Caixa no final do mês passado acreditar que a melhorada posição de capital da Caixa vai incrementar a capacidade de absorção de perdas diante de um potencial aumento dos créditos duvidosos, especialmente no caso de desaceleração da expansão do crédito. A Fitch atribui a boa qualidade dos ativos da Caixa à alta proporção dos créditos com garantias na carteira de crédito da Caixa (aproximadamente 65% em dezembro de 2013), mas nota que a tendência pode não perdurar em um cenário de maior estresse.
Rodrigues lembra que o governo já volta a pressionar os bancos para dar mais crédito, para animar o crescimento da economia. “Até o ex-presidente Lula já se manifestou nesse sentido”, diz.
A Fitch continua acreditando que a probabilidade de suporte do governo à Caixa, em caso de necessidade, seja alta. Isso, porque o banco é 100% controlado pelo Tesouro Nacional (Tesouro), além de ser sistematicamente importante para o sistema local, comparticipações de mercado muito altas no mercado imobiliário e depósitos de poupança (69% e 35%, respectivamente, em dezembro de 2013). A Caixa tem um papel crucial nas políticas e é o principal veículo do governo para conceder crédito à população de baixa renda a taxas preferenciais.
Fonte: Brasil Econômico / Léa De Luca - 10.06.14
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29/12/08 14h25

Consignação é arma para enfrentar crise

Gazeta Mercantil - 29/12/2008

O varejo está acirrando as negociações com a indústria para desovar estoque e tentar segurar os preços. Vale até mesmo tirar antigas soluções da gaveta, como a venda consignada, instrumento tradicionalmente utilizado em épocas de crise. "O lojista não gosta de comentar mas essa prática sempre aconteceu e é mais forte em momentos de dificuldades", afirma Nabil Sahyoun, presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop). "Este é um momento em que varejo e indústria têm que trabalhar juntos para atrair os clientes", afirma. Porém, alguns setores terão que se apoiar mais do que outros, como é o caso de vestuário e calçados. Considerados as possíveis vedete do Natal, devido aos produtos de menor valor, esses setores apresentaram um aumento real de apenas 4% nas vendas. "É aqui que estão aumentando as consignações", diz Sahyoun, ressaltando que, do contrário, a indústria teria que amargar uma forte redução no número de pedidos em janeiro. Algumas confecções, particularmente as menores, reconhecem que as encomendas atrasaram este ano e uma "parte pequena" da produção foi deixada em consignação visando a desova de estoques. "A consignação é uma forma de todos ganharem." A falta de confiança do consumidor comprometeu os resultados do Natal, mas não o suficiente para prejudicar as vendas do ano. Dados da Associação Brasileira de Shoppings (Alshop) mostram que as vendas tiveram aumento real de 3,5% no período natalino e 6,4% no acumulado do ano, quando atingiram R$ 70,7 bilhões. Inicialmente, a expectativa era de um crescimento em 2008 entre 8% e 10%. A projeção otimista da entidade é que o setor tenha uma alta real de 4% nas vendas no próximo ano.
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08/10/08 11h38

BB e CEF compram carteiras de bancos

Valor Econômico - 08/10/2008

Os dois principais bancos comerciais sob controle do governo federal aderiram ao esforço de socorro a pequenos bancos com restrições de liquidez e já estão negociando a compra de carteiras de crédito de diversas dessas instituições. O Banco do Brasil informou que negocia especificamente aquisições de operações de crédito consignado, aquelas nas quais o pagamento do empréstimo se dá mediante desconto direto no salário do tomador. A Caixa Econômica Federal, por sua vez, antecipou que deverá comprar carteiras de "mais de uma dúzia" de bancos de menor porte. Nenhum dos dois deu mais detalhes, já que as negociações ainda não estavam, ontem, plenamente fechadas. Ambos agiram a partir do estímulo criado na semana passada pelo Banco Central. Com intuito de minimizar os efeitos da falta de linhas de crédito internacional e seus efeitos sobre a liquidez em moeda nacional, a autoridade monetária baixou circular permitindo que o valor usado pelos grandes na compra de carteiras de pequenos bancos seja abatido do recolhimento compulsório sobre depósitos a prazo. No limite, os bancos maiores poderão sacar de suas reservas compulsórias até R$ 23,5 bilhões (US$ 10,2 bilhões) aproximadamente. O desconto vale somente se o vendedor for instituição com patrimônio de referência de até R$ 2,5 bilhões (US$ 1,1 bilhão). O BB pode, em tese, usar até R$ 4,8 bilhões (US$ 2,1 bilhões) para as aquisições pretendidas de operações de crédito. A Caixa pode sacar pouco mais de R$ 800 milhões (US$ 347,8 milhões) do BC para o mesmo objetivo. O BB só quer crédito consignado porque essas são as de menor risco. A Caixa também já tinha manifestado interesse principalmente nesse tipo de operação, mas não descarta outras modalidades, entra elas crédito imobiliário, que é a sua especialidade.

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Banco BMG

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Banco Caixa Econômica Federal

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Banco Daycoval

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Banco Itaú BMG

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Banco Cifra S.A.

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Banco Citibank S.A.

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