Postagem em destaque

saiba

VE

11-3536-3414*Prefeitura de São Paulo , refinanciamentos Pmsp Iprem


Bancos assinaram convênio com Prefeitura de São Paulo para financiamento a trabalhadores funcionários PMSP aos pensionistas do Iprem:.

O empréstimo consignado poderá ser efetuado por qualquer banco ou cooperativa de crédito autorizado pelo Banco Central do Brasil a funcionar e que seja conveniado com o Iprem ou Pmsp, mesmo que não seja o banco no qual a/o servidor ou pensionista receba sua pensão ou pagamento.Em São Paulo, convênio com IPREM (Instituto de Previdência Municipal de São Paulo para oferecerem o crédito com desconto em folha de pagamentoe aos trabalhadores de autarquias da prefeitura SP . O credenciamento, agora, envolve instituições financeiras, ante as propostas apresentadas inicialmente.

Quem pode fazer empréstimo consignado/consignações?


Todos os pensionistas municipais e os servidores públicos (ativos e inativos) têm direito à consignação em folha de pagamento. Ou seja, os pensionistas têm direito a ter as parcelas de empréstimo(s) descontadas diretamente na folha de pagamento.
Para obtenção de empréstimo consignado o pensionista deve apresentar demonstrativo de pagamento original e outros que o banco julgar necessários para avaliação da viabilidade da consignação.
A disputa criada no mercado em torno do chamado crédito em consignação já teve o mérito de trazer as taxas de juros das operações de empréstimo pessoal com desconto no holerite para 0.99 a  2.14% ao mês.

Bancos autorizados a fazer empréstimos consignados/consignação

*Alfa, *Arbi, *Banrisul, *Bgn, *Banco Bmg,
*Bradesco Promotora(Bmc), *Banco do Brasil-BB, *Caixa Econômica Federal-CEF, *Coopercredi-SP ,
*Banco Daycoval, *Industrial e *Coml-Bicbanco, *Industrial, Brasil
*Banco Itaú-Unibanco , *Itaú-Bmg Consignado, *Panamericano,
*Paraná Banco , *Safra , *Santader.
A consulta à margem consignável (parcela dos benefícios passível de consignação) pode ser feita por meio do sistema eConsig, na página da internet: www.ipremconsig.prefeitura.sp.gov.br/login/login_servidor.jsp*IPREM https://www.consignacoes.prefeitura.sp.gov.br/login/login.jsp?t=20131202205149*PMSP

O Banco Daycoval pretende incrementar a carteira de crédito em 25% neste ano e chegar a dezembro com um portfólio superior a R$ 800 milhões. Com ativos totais de R$ 1,212 bilhão, a instituição da família libanesa Dayan - originada numa DTVM em 1968 e transformada em banco em 1989 - tem folga na alavancagem para alcançar tal objetivo. Segundo o diretor-comercial Carlos Moisés, o banco encerrou 2004 com um índice de Basiléia de 30%, ante os 11% exigidos pelo BC, o que permite um crescimento desta ordem sem a necessidade de um reforço na capitalização.

No ano passado, os saldos emprestados tiveram expansão de 40,23%, a R$ 651,679 milhões. O lucro líquido aumentou 12,1%, para R$ 70,115 milhões, apesar de o resultado bruto da intermediação ter caído 0,28%, para R$ 135,263 milhões. Com o incremento nas receitas com prestação de serviços, de outras receitas operacionais e redução das despesas tributárias, o resultado operacional subiu 10,6%, para R$ 86,900 milhões. "O banco atingiu todas as metas: ampliou a carteira comercial, os depósitos e os resultados", disse Moisés.

De acordo com o executivo, o Daycoval saiu ileso da turbulência que atingiu o segmento de pequena e média rede após a intervenção do Banco Central (BC) no Banco Santos. "Foi um momento positivo, pois o mercado conseguiu enxergar a diferença entre as instituições", disse Moisés. "Bancamos com capital próprio o crédito e temos caixa para pagar o depósito de terceiros."

No ano passado, os depósitos cresceram 6,47%, a R$ 530,429 milhões. Metade da carteira é formada por investidores institucionais e a outra fatia está dividida entre pessoas físicas e jurídicas.

Especializado no segmento de pequenas e médias empresas com uma carteira com cerca de 2 mil clientes, o Daycoval ensaia outros vôos e neste ano também começa a enveredar pelo crédito com desconto em folha de pagamento para o funcionalismo, trabalhadores da iniciativa privada e aposentados e pensionistas do INSS.

O banco Daycoval, especializado no atendimento ao "middle market" – destaque para a concessão de crédito a pequenas e médias empresas, por meio do desconto de cheques e duplicatas – e com ativos totais de R$ 2 bilhões, fez ontem a emissão de bônus de US$ 50 milhões no exterior, com prazo de resgate em três anos. Com o reforço financeiro, o Daycoval pretende estender a oferta de crédito a importadores, aproveitando a demanda criada pela baixa cotação do dólar frente ao real.

"O lançamento ocorreu através do Banco Pactual e é parte do nosso programa de captação de US$ 150 milhões, cuja primeira emissão foi realizada em novembro passado, envolvendo US$ 65 milhões, por dois anos. O nosso objetivo é diversificar o funding", disse o diretor Morris Dayan, à noite, durante o evento de inauguração da nova sede do banco, na Avenida Paulista, proximidades do Parque Trianon, em São Paulo. A nova sede tem 5,5 mil metros quadrados de área construída e ocupa os 11 andares de um prédio alugado pelo banco por 20 anos. "Investimos R$ 10 milhões no imóvel para deixá-lo adequado às operações e ganharmos visibilidade", afirmou o diretor.

O Daycoval – líder do ranking de middle market da revista "Balanço Financeiro", publicada anualmente pela Gazeta Mercantil –, conta com R$ 1,1 bilhão em ativos de crédito e registra R$ 1 bilhão em depósitos locais, diante de um patrimônio de R$ 380 milhões. Com o foco no desconto de recebíveis e no desenho de operações compatíveis com o fluxo de caixa dos clientes, viu sua carteira de crédito crescer 40%, em média anual, nos dois últimos anos.

Tem classificação de risco A-pela Fitch Ratings, e índice de Basiléia (grau de capitalização em relação aos ativos ponderados por risco) de 25%, diante do patamar de 11% exigido pelo Banco Central, segundo o diretor. O banco mantém rede de 14 agências, a mais recente inaugurada em abril, em Manaus (AM). "Também investimos na contratação de novos gerentes. Hoje temos 95 profissionais no front office, entre os 300 funcionários de nossa instituição", afirmou Dayan.

São Paulo, 24 de Outubro de 2006 - O Banco Daycoval concluiu ontem a captação de US$ 120 milhões de bônus no mercado internacional. Segundo Morris Dayan, diretor do banco, a intenção inicial era levantar U$$ 30 milhões, mas a demanda chegou a US$ 160 milhões. Os papéis, de três anos, saíram a uma taxa de 7,75% ao ano. O coordenador da operação foi o Banco Votorantim.

"O Brasil está em alta lá fora. O mercado está comprador para nossos títulos", afirmou Dayan. Segundo o executivo, 35 instituições participaram da oferta. Esta é a segunda emissão do banco no exterior - no final do ano passado o Daycoval levantou US$ 65 milhões, por dois anos, a 6,87% ao ano. Ambas as captações fazem parte de um programa de emissão de US$ 300 milhões. O banco pretende ir a mercado ao menos uma vez por ano. O diretor explicou que os recursos desta última captação serão usados para financiar operações de crédito para empresas e também financiamento de veículos e crédito consignado para pessoas físicas. "A obtenção de recursos no exterior faz parte da nossa estratégia de diversificação de funding".

Embraer e Sabesp

A Embraer também fechou captação no exterior, de US$ 400 milhões, por dez nos, pagando um rendimento de 6,46% ao ano aos investidores. A empresa esperava captar menos, mas a demanda foi maior. O dinheiro deve ser usado para refinanciar dívidas.

Com o mesmo objetivo, a Sabesp também está com operação na praça. A empresa já tem demanda de US$ 122 milhões para papéis de dez anos, a uma taxa de 7,65%. A Sabesp quer emitir US$ 140 milhões para resgatar papéis com vencimento em 2008 e taxa de 12% ao ano.

As ações do Banco Daycoval, sob o código DAYC4, tem hoje o seu primeiro dia de negociação no nível I de governança corporativa na Bovespa. Com esta operação, o banco torna-se a quarta instituição financeira de médio porte a ter ações negociadas em bolsa (depois de Pine, Sollsa e Cruzeiro do Sul). Há vários outros com pedidos de registro na CVM ou com operações em andamento.

Durante o período de reserva, a operação do banco movimentou R$ 950 milhões, referente a distribuição primária de 55.082.712 ações e 798.301 ações em oferta secundária. Após a conclusão do período de reserva, o preço da ação foi fixado em R$ 17, ficando dentro dos parâmetros estimados pelo mercado, que apontava margem entre R$ 14,50 e R$ 19,50 para o preço do papel.

De acordo com fontes do mercado, a abertura de capital dos bancos de porte médio deve-se ao fato de ser esta a alternativa para, enfrentando alternativa para, enfrentando a concorrência dos grandes, que eles se mantenham ativos na concessão de crédito. Conforme o prospecto da operação de abertura de capital, o Banco Daycoval alocará os recursos oriundos da oferta pública na expansão da carteira de crédito para pequenas e médias empresas e pessoas físicas.

RESULTADOS

Com 35 anos de presença no mercado brasileiro, o Daycoval conta com uma rede de 20 agências distribuídas por 13 estados brasileiros. No encerramento do primeiro trimestre, o Daycoval registrou lucro líquido de R$ 63,3 milhões, o que representa um aumento de mais de quatro vezes em relação ao resultado obtido nos três primeiros meses de 2006. As receitas da intermediação financeira cresceram 96%, totalizando R$ 158 milhões. O banco detinha em março uma carteira de crédito de R$ 1,88 bilhão.

A oferta primária e secundária de ações do Banco Daycoval, quinto banco médio a ingressar na Bovespa, movimentou R$ 1,092 bilhão. Ao todo foram emitidas 64.263.164 de ações preferenciais, a R$ 17 cada, cifra que ficou dentro da estimativa de preços, que oscilava entre R$ 14,50 e R$ 19,50 por papel. O montante já inclui o exercício integral do lote suplementar, utilizado para atender ao excesso de demanda.
Do total ofertado, 55.082.712 ações corresponderam à oferta primária, que resultou em uma captação de mais de R$ 936 milhões para o caixa do banco. Segundo o prospecto, estes recursos serão destinados à expansão da carteira de crédito voltada no segmento de middle market (pequenas e médias empresas), que constitui o principal foco de atuação do banco e para o crédito pessoa física.
As 9.180.452 ações restantes são de emissão dos acionistas vendedores, bloco composto por membros da Família Dayan, controladores do banco.
Como em outras ofertas públicas iniciais, os investidores estrangeiros mantiveram forte participação levando 69,75%. As 7.518 pessoas físicas compraram 8,24% dos papéis e os fundos de investimento ficaram com 19% do total.
As ações começaram a ser negociadas no dia 29 de junho, no Nível 1 de Governança Corporativa. Há pouco, o papel (DAYC4) recuava 2,25%, para R$ 19,06.
Com 35 anos de atuação, o banco se intitula como um dos líderes no segmento de middle market, registrando uma carteira de crédito de R$ 1,88 bilhão ao final de março desde ano. O Daycoval conta com 20 agências em 13 Estados brasileiros. No segmento de pequenas e médias empresas o banco possui 2 mil clientes ativos.
Em 2004, a instituição passou a atuar no segmento de crédito pessoa física, oferecendo crédito consignado por meio da marca DayCred. O banco destaca o forte crescimento neste nicho de mercado, encerrando o primeiro trimestre de 2007 com R$ 285 milhões em créditos consignados. As operações de crédito para pessoa física representam cerca de 19% do total da carteira.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou ontem dois empréstimos para dois bancos médios brasileiros. A primeira operação foi feita pela Corporação Interamericana de Investimentos (CII), organismo multilateral que integra o BID, para o Banco Daycoval, no valor máximo de US$ 12,5 milhões; e a segunda foi feita diretamente pelo BID, no valor de US$ 40 milhões para o Banco Schahin.
Os recursos do empréstimo ao Daycoval vão beneficiar empresas de pequeno e médio porte que têm necessidades especiais quanto a prazo e estrutura dos empréstimos. O valor médio dos repasses do Daycoval será de US$ 200 mil. A CII está trabalhando para aumentar o fluxo de créditos para os pequenos negócios na América Latina e Caribe via o setor bancário privado.
O crédito ao Banco Schahin tem o objetivo de aumentar sua carteira de financiamento a consumidores e a empresas. O financiamento incluirá um "empréstimo A" de até US$ 20 milhões do capital do BID e um "empréstimo B" consorciado de aproximadamente US$ 20 milhões com recursos de instituições financeiras que assinam acordos de participação com o BID. "O empréstimo permitirá que o Schahin expanda sua participação na modalidade de financiamento ao consumidor que mais tem crescido no Brasil, o empréstimo descontado em folha, que atende especialmente funcionários públicos e aposentados pelo INSS. Ao mesmo tempo, dará apoio a sua carteira de crédito empresarial, composta principalmente de pequenas e médias empresas", disse o chefe de equipe do BID Edson Mori, em comunicado enviado a imprensa. "Este projeto ajudará a construir um mercado de bancos médios mais competitivo."
O volume de financiamento ao consumidor aumentou substancialmente no Brasil nos últimos dois anos devido a melhorias no ambiente macroeconômico, com inflação mais baixa, diminuição da taxa de desemprego desde 2004 e redução da taxa de juros. O setor de financiamento ao consumidor cresceu 25% no ano passado, com um aumento notável das modalidades de empréstimos pessoais e financiamento de veículos.

O Banco Daycoval consegui empréstimo de US$ 12,5 milhões da Corporação Interamericana de Investimentos (CII). A operação vai permitir ao banco conceder financiamentos a empresas brasileiras de pequeno e médio porte que necessitem de fontes de financiamento estáveis para aumentar sua capacidade de produção e competitividade. "A CII está trabalhando para aumentar o fluxo de crédito a empresas de pequeno porte na América Latina e Caribe canalizados por intermédio de bancos privados", afirmou em nota Santiago Cat, oficial de investimentos encarregado da operação.

A CII é uma instituição financeira multilateral do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que dá financiamentos na forma de participações acionárias, empréstimos, garantias e outros instrumentos, e presta serviços de assessoria a empresas privadas.

O Banco Daycoval dá mostras de que continuará expandindo suas atividades também fora do eixo Sul-Sudeste do País. A instituição, cujos principais focos de atuação são o atendimento a pequenas e médias empresas (midle market) e as operações de concessão de crédito consignado, inaugura uma agência hoje, em Brasília. Será a 22 da instituição no território nacional.
A carteira de crédito do banco - cujos ativos totais são de R$ 5,1 bilhões - é de R$ 2,2 bilhões.
No Centro-Oeste, o Daycoval já contava com uma agência no Estado de Goiás.
A instituição vinha preparando sua chegada ao Distrito Federal há cerca de cinco meses. Enquanto isso, atuava na capital do País em parceria com oitenta empresas promotoras locais terceirizadas. Elas detêm uma carteira de aproximadamente R$ 10 milhões com a exploração do nicho de crédito consignado a servidores federais. "Brasília tem algumas características que nos fazem projetar, para daqui 6 meses, uma carteira de R$ 50 milhões na área de midle market, principalmente com empresas de serviços", diz o diretor executivo do banco, Morris Dayan.
"É uma praça interessante, pois a base do funcionalismo público - federal, estadual e municipal, contando os militares - é mais bem remunerada em comparação à média do Brasil", continua o executivo.
No último dia 12, o Daycoval obteve crédito de US$ 12,5 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento.
Os recursos aportados pela instituição de fomento têm como principal objetivo o incremento das operações direcionadas à concessão de crédito a pequenas e médias empresas fora do eixo Sul-Sudeste.
Outra fatia do mercado que atrai a atenção do Daycoval na capital federal é o financiamento habitacional consignado, modalidade já oferecida nas outras capitais em que atua.
Mais quatro agências
De acordo com Dayan, o cronograma de inaugurações do Daycoval inclui, ainda para este ano, a abertura de outras quatro agências, duas das quais na região metropolitana de São Paulo. "Constatamos que as cidades de Alphavile e Guarulhos, por serem bastante populosas, têm elevada capacidade de gerar clientes potenciais. Abrir uma agência é necessário para manter o contato entre eles e o nosso gerente", acredita o diretor.
As outras duas agências que o banco pretende inaugurar em 2007 ficarão em Cuiabá e Campo Grande, respectivamente, capitais de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A idéia de passar a ter bases nessas cidades reforça a estratégia do banco de diversificação de praças e perfis de clientes.
"A força crescente da expansão das empresas ligadas ao agronegócio nesses locais será importante para o banco", afirma Dayan.
O Daycoval obteve, no primeiro semestre deste ano, um lucro de R$110 milhões, o que corresponde a valor equivalente aos resultados do ano passado todo. O banco chegou ao mercado de capitais em 29 de junho. Sua Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês) levantou R$ 1,092 bilhão, dos quais, R$ 950 foram captação líquida para seu caixa.
Outros bancos na fila
Atualmente, estão listados ou em processo para negociar valores mobiliários na Bovespa outros dez bancos pequenos ou médios: Pine, que chegou à bolsa em março, Sofisa , Paraná ,Cruzeiro do Sul , Indusval Patagônia,o Bonsucesso e o Fibra.
Os bancos Industrial do Brasil e Panamericano, do empresário Sivio Santos, também têm seus registros em análise.