domingo, 16 de março de 2014

Ligue-3536-3414 Empréstimo Consignado Prefeitura São Paulo.PMSP-IPREM

A São Paulo que a gente quer - Crédito Consignado para servidor......
01 Prezadas/os pensionistas, Os empréstimos consignados estão liberados para pensionistas do IPREM que desejarem e tiverem margem consignável disponível.
02
Crédito consignado para servidor da Prefeitura de São Paulo é recomendado para substituir as dívidas com taxas mais elevadas.
 SÃO PAULO - A opção 1- pelo crédito consignado *P.M.SP *I.PRE.M. tem se tornado mais comum na busca por uma renda extra para complementar os gastos ou para substituir as dívidas com taxas elevadas, como no cartão de crédito e cheque especial A opção 2- Refinanciamento de Empréstimo PMSP Fazer um Refinanciamento de empréstimo para servidor da Prefeitura de São Paulo é recomendado, significa renegociar as condições da sua dívida para poder reduzir a taxa de juros ou mudar o prazo de pagamento para um período mais longo para pagar.



JUROS BAIXOS SÓ NO NOME.
BRASÍLIA- Lançadas no auge do esforço do governo para derrubar os juros e o custo dos empréstimos, há quase dois anos, as campanhas Melhor Crédito, da Caixa Econômica Federal, e Bompratodos, do Banco do Brasil, ainda estão no ar, mas as condições de financiamento oferecidas por esses bancos mudaram substancialmente, influenciadas principalmente pela alta da taxa básica de juros (Selic).

O Bompratodos virou uma marca do BB, mas não está aberto para novas adesões. Na Caixa, as taxas do Melhor Crédito foram reajustadas, mesmo para quem recebe salário pelo banco.


A volta da inflação e a decisão do Banco Central de iniciar um ciclo de alta da taxa básica de juros em abril passado, além da piora no cenário econômico, inviabilizaram a continuidade da cruzada pelos juros baixos iniciada pela presidente Dilma Rousseff, tendo os bancos públicos como carro-chefe.

Com a decisão do BC de elevar a Selic para 10,75% ao ano na semana passada, as perspectivas não são favoráveis para 2014.

Os bancos estão mais seletivos e restritivos na hora de conceder financiamentos, diante do risco da inadimplência e aumento do custo de captação, segundo executivos das próprias instituições.

No BB, a taxa do cheque especial, que chegou a 3,88% ao mês em setembro de 2012 para quem recebe salário pelo banco, está hoje em 6,64%. A taxa do cartão de crédito (rotativo), que caiu para 2,88% no período, já subiu para 5,99%. Na Caixa, os juros do cheque especial do Melhor Crédito subiram de 3,5% para 4,28%, para quem recebe salário na instituição, e para 5,06%, para os demais clientes.

BUSCA POR RENTABILIDADE PRESSIONA BANCOS

Segundo Carlos Coradi, da EFC Engenheiros Financeiros e Consultores, os bancos públicos estão aumentando suas taxas novamente a fim de obter melhores resultados. Ele lembrou que os lucros registrados por BB e Caixa estão próximos aos registrados pelos maiores concorrentes privados.

- O governo forçou a barra para que a Caixa e o Banco do Brasil alargassem os empréstimos e baixassem as taxas. Mas isso tem um limite, que é a conta de resultados. As administrações da Caixa e do BB querem manter a rentabilidade, num ambiente de maior concorrência entre os bancos - reforçou Coradi. - Há um contrassenso, porque os balanços dos bancos estão impressionantemente positivos, com muito lucro.

Por quê? Eles abusam nas taxas, principalmente do cheque especial e do cartão de crédito.

A economista do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) Ione Amorim classificou as campanhas da Caixa e do BB de "propaganda enganosa".

Segundo ela, as peças publicitárias, estreladas por Camila Pitanga e Reynaldo Gianecchini, passam a impressão de que as taxas cobradas são as mais baixas sempre, mas elas estão sendo majoradas.

- A manutenção das campanhas para atrair o consumidor caracteriza propaganda enganosa, porque o cenário dos juros baixos não existe mais - disse Ione.


A orientação para os consumidores é pesquisar as menores taxas do mercado e ter cautela na hora de contrair dívidas. E reclamar sempre que se sentir lesado.

No ranking das menores taxas de juros feito pelo BC, em levantamento realizado entre 7 e 13 de fevereiro, os juros cobrados das pessoas físicas pelos bancos públicos ainda estão abaixo dos maiores concorrentes privados, como Itaú Unibanco e Bradesco, mas já caminham para uma aproximação. Em algumas modalidades de crédito para empresas, como desconto de cheques e capital de giro (com prazo de até 365 dias), os juros estão mais altos nas instituições federais.

A Caixa aparece na décima posição na modalidade do cheque especial para pessoas físicas, com juros médios de 4,82% ao mês, e o BB, na 19ª, com 7%, próximo ao Bradesco (8,07%) e Itaú Unibanco (8,54%). No crédito pessoal (CDC), a Caixa está na 20ª posição, com juros médios de 3,29%; e BB, na 28ª, com 3,82%. No Itaú Unibanco, a taxa é de 4,77%, e no Bradesco, 5,79%.

O ranking do BC revela que a taxa cobrada pelo BB das empresas para desconto de cheques, de 2,99% ao mês, supera o percentual do Itaú Unibanco (2,64%) e é maior do que os juros do HSBC e do Santander, na mesma modalidade.

Na linha de capital de giro (com prazo de até 365 dias), o HSBC tem taxa mais atrativa do que a Caixa: 1,11% ao mês. Neste caso, Caixa cobra 1,74%, seguida por BB, com 1,75%.

O militar Ferdinand Ibiapina, correntista do BB há mais de 25 anos, disse que tem acompanhado no extrato o aumento dos juros, sobretudo do cheque especial. Segundo ele, a taxa do empréstimo pessoal também subiu: - Ultimamente, não tenho visto esses juros baixos que o banco diz oferecer - afirmou.

A estudante de Direito Juliana Alves cancelou há um ano o cheque especial da Caixa para se livrar dos juros altos e hoje tem apenas conta corrente e uma cesta básica com serviços gratuitos. Mas ela conta que isso só foi possível depois de muito desgaste com o banco. Primeiro, teve que imprimir e entregar ao atendente a cópia da resolução da gratuidade dos serviços essenciais e, além disso, foi obrigada a fazer uma reclamação ao BC para ser ressarcida pelas tarifas cobradas indevidamente.

- Não foi fácil. Imagino o que acontece com as pessoas que são menos esclarecidas.

A assessoria do BB informou que fechou o Bompratodos, mas que ampliou os benefícios do programa para todos os clientes, independentemente de adesões: "O Banco do Brasil encerrou as contratações para os pacotes de serviços Bompratodos em julho de 2013, quando reformulou seu portfólio de pacotes e passou a oferecer aos clientes os serviços padronizados pelo Banco Central".

Procurada várias vezes pelo GLOBO, a assessoria da Caixa informou que o banco não iria se manifestar, bem como se recusou a informar detalhadamente as taxas de juros cobradas dos clientes. A justificativa é que a instituição está prestes a divulgar o balanço e qualquer manifestação seria indevida.


TAXA MÉDIA VOLTA AO PATAMAR DE JANEIRO DE 2012

Segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos em Finanças (Anefac), as taxas de juros médias praticadas hoje pelo mercado já estão quase nos mesmos patamares de janeiro de 2012, antes da pressão do governo sobre os bancos públicos para reduzir juros e forçar a concorrência.

As modalidades que mais subiram foram cheque especial, CDC, crediário de loja e financiamento de veículos. No caso dos empréstimos imobiliários, que são de longo prazo, e do cartão de crédito, que tem taxas muito altas, o impacto foi menor.

De acordo com o levantamento da Anefac, no crediário, por exemplo, a taxa média cobrada pelas lojas em janeiro deste ano estava em 4,35%, próximo aos 5,05% do mesmo período de 2012; os juros do cheque especial, em 8,03%, quase o mesmo patamar de janeiro de 2012, de 8,34% ao mês. No empréstimo pessoal, os bancos estavam cobrando em média 3,26% ao mês no início deste ano contra 3,99% há dois anos. No cartão de crédito, a taxa que era de 10,69% em janeiro de 2012, caiu para 9,37% em igual período do ano passado e se manteve no mesmo patamar.

O consignado é o empréstimo mais barato do país. Por sua vez, os juros cobrados pelas financeiras, considerados abusivos, caíram de 8,29% para 7,20%, em dois anos, influenciados em parte pelo movimento de queda nas taxas iniciado pelos bancos públicos.

Para Miguel de Oliveira, diretor da Anefac, a tendência é que os juros ao consumidor continuem subindo, seguindo a Selic. A expectativa do economista é que o BC volte a elevar a taxa básica da economia em 0,25 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em abril, e dê uma parada para avaliar os efeitos da Selic na economia e no combate à inflação.

- O cenário é ruim, com alta na Selic, câmbio, baixo crescimento da economia, o que pode afetar emprego, e inflação em alta, que corrói parte da renda e eleva a inadimplência. Os bancos estão mais seletivos e atentos ao risco - disse ele.

Dados divulgados pelo BC na sexta-feira mostraram que o volume de crédito em janeiro permaneceu estagnado.

"O governo forçou a barra para que a Caixa e o BB alargassem os empréstimos e baixassem as taxas. Mas isso tem um limite, que é a conta de resultados" Carlos Coradi Consultor da EFC Engenheiros Financeiros e Consultores

























Juro baixo só no nome

O Globo - 02/03/2014

Linhas de Caixa e BB, que prometiam forçar concorrência no crédito, voltam a subir taxas

GERALDA DOCA
03 No Rio, servidor pode escolher entre 10 instituições para receber salário O Globo - 11/12/2005 Prefeitura publica taxas cobradas por 27 bancos no crédito consignado Geralda Doca
04 A prefeitura do Rio optou por uma forma mais democrática de gerir a folha de pagamento municipal. Em vez de se comprometer com uma instituição, os 168 mil servidores, entre ativos e aposentados, podem escolher entre dez bancos para receber seus pagamentos. Dividem o controle do ativo de R$ 140 milhões mensais Itaú (que comprou o Banerj), Bradesco, Banco do Brasil (BB), Santander, Banespa, Banrisul, ABN-Amro, Unibanco, HSBC e Caixa Econômica Federal. Além disso, a prefeitura está se preparando para lançar em fevereiro o cartão de crédito do servidor — que já conta com a adesão de sete instituições financeiras e permitirá operações de crédito e saques.
05 A novidade é que a taxa de juros para o rotativo será de 4% ao mês (menos da metade do valor cobrado pelo mercado), com anuidade gratuita. Para atrair os bancos, o valor mínimo, correspondente a 10% do valor da fatura, será descontado em folha. Cada funcionário terá um limite de crédito de acordo com a renda, não podendo ultrapassar 30% do contracheque. Também não será permitido ter mais de um cartão.
06 Gestão múltipla foi retomada pelo prefeito Cesar Maia Com a iniciativa, o servidor poderá receber por um banco, ter o cartão de outro e ainda tomar empréstimo com desconto em folha em um terceiro. Neste caso, a prefeitura credenciou 27 bancos que oferecem o crédito consignado e todos os meses publica no Diário Oficial do município a lista dos juros para que os interessados possam comparar as taxas.
07 Segundo dados da assessoria de imprensa da Prefeitura, há 75 mil operações de crédito em andamento, no valor total de R$ 13,5 milhões por mês. O campeão da modalidade é o BMG, com 23,68% do total, seguido pelo Paraná Banco, BGN, ABN-Amro e HSBC.
08 A gestão múltipla da folha da Prefeitura foi adotada no primeiro mandato do prefeito Cesar Maia. O sucessor Luiz Paulo Conde fechou contrato de exclusividade com o Banco do Brasil, mas, ao assumir seu segundo mandato, Cesar rompeu com o BB e decidiu que o servidor deveria fazer a escolha.
09 O BB admite que a multiplicidade de agentes financeiros oferecendo serviços é a solução ideal e defende a aprovação de projetos em tramitação no Congresso Nacional neste sentido. Na verdade, os processos de licitação abertos por prefeituras têm sido questionados por alguns Tribunais de Contas estaduais, principalmente o de São Paulo, onde a disputa é mais acirrada.
10 Embora defendam a concorrência, sobretudo para beneficiar os correntistas com tarifas mais baixas, há um entendimento na Justiça, segundo o procurador-geral do estado de São Paulo, Sergio Botto de Lacerda, a favor dos bancos públicos, porque estes atuam mais fortemente em projetos sociais. Na negociação com o estado do Paraná, por exemplo, o BB ofereceu, entre as contrapartidas, o patrocínio de uma feira agropecuária em Cascavel, o Show Rural Coopavel.
11 — Acho justo, porque o Banco do Brasil sempre investiu no estado. O Itaú nunca patrocinou uma feira sequer — afirmou Lacerda, enfatizando, porém, que a escolha do Paraná não foi determinada judicialmente.
12 Bancos cobiçam servidores O Globo - 11/12/2005 Para gerir salários, instituições oferecem a estados e prefeituras até patrocínios esportivos Geralda Doca
13 A recente licitação para que um banco gerenciasse a folha de pagamento da prefeitura de São Paulo, a maior da América Latina, trouxe à tona uma disputa intensa entre os gigantes do sistema financeiro, que tem como pano de fundo a ampliação da base de clientes e, de quebra, a possibilidade de novos ganhos em cima de produtos como o crédito consignado. A modalidade vem despertando a cobiça dos maiores bancos do país pelas finanças de estados e prefeituras, e suas respectivas contas de salário, um negócio de quase R$ 100 bilhões.
14 O pagamento dos funcionários das capitais gira por mês cerca de R$ 1,2 bilhão, quase R$ 17 bilhões por ano, e os governos estaduais outros R$ 5,7 bilhões, ou R$ 76 bilhões anuais, somando o décimo terceiro salário. A negociação é pesada e se oferece de tudo: de tarifas menores para correntistas a patrocínios de feiras, exposições e eventos esportivos e culturais, passando pela ajuda financeira para compra de computadores e reforma e construção de imóveis. Isso sem contar os milhões que os bancos privados desembolsam para comprar a folha de pessoal em licitações.
15 Mesmo quem tinha o monopólio da folha, garantido no processo de privatização dos bancos estaduais, está na batalha. O Itaú, que comprou o Banestado e controlava a folha e o recebimento de tributos do Paraná, perdeu a briga para uma aliança entre o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal em novembro. A conta dos servidores movimenta em torno de R$ 300 milhões por mês. São 117 mil trabalhadores da ativa, com salário médio de R$ 1.500.
16 Em Caxias, ajuda para construir escola Não houve licitação, mas o BB fez a promessa de investir no estado cerca de R$ 120 milhões por ano em diversos projetos, disse o procurador-geral do estado, Sérgio Botto de Lacerda, um dos responsáveis pela troca da gestão da folha. Entraram na negociação patrocínio de feiras e exposições, além de ajuda financeira para a compra de equipamentos de informática.
17 — O banco usa isso de forma inteligente. Não somos instituição de caridade e o nosso objetivo é comercial — afirma o diretor de Varejo do BB, Paulo Euclides Bonzanini.
18 O Santander, que dividia com o BB a conta dos salários da prefeitura de São Paulo, perdeu o filão para o Itaú, que pagou R$ 510 milhões ao município para ficar com uma folha de 220 mil pessoas e outro R$ 1,5 milhão para tomar conta das disponibilidades de caixa e aplicações. Mas a briga continua: o BB e o Santander estão atuando para segurar os clientes e um dos trunfos do banco federal são os empréstimos com desconto no contracheque concedidos aos servidores, que somam hoje R$ 80 milhões.
19 O BB também ficou com a folha de salários da prefeitura de Belo Horizonte, em torno de R$ 60 milhões, que era do Itaú. Com o controle da folha de 1.310 prefeituras, a Caixa oferece contrapartidas, que, além do apoio à compra de máquinas e a eventos, inclui pagamento de aluguéis, cessão de uso de imóveis, reformas e construção.
20 Numa briga com o Unibanco, o HSBC venceu uma licitação e paga para a prefeitura do Rio R$ 102,9 mil por mês para manter uma agência na sede da administração municipal, numa estratégia para fisgar mais clientes. Dono também da conta da prefeitura de Duque de Caxias, o HSBC ofereceu como uma das moedas de troca ajuda financeira para construir uma escola para alunos carentes.
21 Negócio lucrativo para as empresas Outra folha em poder da instituição é a da prefeitura de Nova Iguaçu. Ao todo, o HSBC controla 30 folhas municipais, com maior concentração no interior de São Paulo.
22 — O banco é voltado para o varejo, pessoas físicas, que dão ganho de escala, e o controle da folha é um facilitador — diz o diretor de Cartões e Financiamento ao Consumidor do HSBC, Henrique Frayha.
23 — Com 100% dos clientes de uma prefeitura, você inicia todo um processo de relacionamento, como crédito consignado, aplicações e previdência privada — reforça o diretor de Poder Público do Unibanco, Antonio Carlos Azevedo.
24 O Unibanco gerencia contas-salário de 13 prefeituras, com participação também nas Forças Armadas e órgãos públicos federais. Entre suas moedas de troca no processo de licitação está um pacote de ofertas aos servidores, como 13 dias de uso do cheque especial sem cobrar tarifa e cartão de crédito sem anuidade.
25 Para Carlos Coradi, da Engenheiros Financeiros & Consultores, a folha de pagamento de servidores é um produto muito interessante para os bancos porque permite ampliar a base de clientes e, com isso, a venda de produtos, como empréstimos, e os ganhos com tarifas. Os bancos mantêm sob sigilo os lucros obtidos com o setor público. Especialistas atribuem o acirramento da disputa ao fim da safra de venda de bancos pequenos, que foi uma forma de angariar clientes em massa.
26 — Comprar uma folha é quase como comprar um banco — compara o diretor de Produtos de Financiamento da Federação Brasileira das Associações de Bancos (Febraban), Osmar Roncolato Pinho.