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Recepção e encaminhamento de propostas de Empréstimo Prefeitura de Sao Paulo BGN

A Cetelem, financeira do grupo BNP Paribas, está aumentando a participação de cartões de crédito na sua carteira e reduzindo a dos empréstimos concedidos por meio de 70 parcerias com o varejo. A informação foi dada a este jornal pelo diretor executivo de desenvolvimento e marketing da Cetelem no Brasil, Franck Vignard-Rosez.
A Cetelem espera terminar o ano com uma carteira de R$ 3,7 bilhões, estável em relação a junho último: "O crescimento dos cartões compensará a queda nos empréstimos por meio de varejistas". Segundo Vignard-Rosez, a emissão de cartões passou de uma média de 25 mil plásticos por mês no ano passado para 100 mil neste ano, e o faturamento triplicou. O executivo diz que os negócios tem sido alavancados pela participação cada vez maior das classes C e D (com rendimentos entre R$ 700 e R$ 1,1 mil mensais).
Mas a financeira não deve abandonar as parcerias, ao contrário: prevê o fechamento de outras no ano que vem. "Como a população de baixa renda não gosta de entrar em bancos e financeiras, o varejo atua como porta de entrada de clientes potenciais para a Cetelem", diz
Incorporação do BGN
Com a incorporação dos ativos do Banco BGN, adquirido pela Cetelem em junho, a carteira de empréstimos da financeira salta para R$ 5,4 bilhões. O banco é forte em consignado e tem forte presença no Nordeste, região onde Vignard-Rosez também vêm o maior potencial de crescimento no Brasil. "Queremos aproveitar a rede de distribuição do BGN para vender cartões de crédito e aproveitar as parcerias com o varejo da Cetelem para vender mais crédito consignado", disse. A aquisição, que ainda aguarda autorização do Banco Central, é o maior investimento realizado pela França no Brasil, garante o executivo.
A Cetelem tem mais de 30 milhões de clientes e 21 mil colaboradores em 27 países, nos quatro continentes. No Brasil, está desde 1999, onde foi uma das primeiras a oferecer cartões co-branded com redes como Fnac, Armarinhos Fernando, Fast Shop, Colombo, Telhanorte, Submarino, Kalunga e Casa & Vídeo.

O ABN Amro Real foi, pelo terceiro mês consecutivo, o líder em queixas de clientes entre as grandes instituições financeiras que atuam no País, segundo o ranking de dezembro de 2007, divulgado ontem pelo BC (Banco Central). Caixa (CEF), Unibanco, Nossa Caixa e Santander também ficaram entre as cinco mais reclamadas, dentre os bancos com mais de um milhão de clientes.
Somadas, as queixas consideradas procedentes feitas contra os cinco bancos somaram 1,495 consultas ao BC, o que representa um crescimento de 14% ante dezembro de 2006. Proporcionalmente, no entanto, as ocorrências caíram. Isso porque o número de reclamações cresceu menos do que a base de clientes. O ABN, por exemplo, reduziu seu índice para 3,6, uma queda de quase 50% em 12 meses, porém insuficiente para tirá-lo da incômoda liderança.
Este índice é resultado da divisão do número de reclamações pelo número de clientes que em seguida é multiplicado por mil.
Os problemas com atendimento a correntistas e as questões relacionadas ao fornecimento de documentos foram os temas que mais geraram reclamações contra o ABN. Consultado, o banco não se manifestou.
A Caixa, segunda mais reclamada, considerou que sua posição no ranking é momentânea e deve-se ao excesso de demanda por informações de cadernetas de poupança relativos ao plano Bresser (1987). "Naquela época a Caixa detinha mais de 70% das contas de poupança do país. Como se trata de contas antigas, o cadastro não está disponível online, mas em microfichas que precisam ser pesquisadas manualmente", informou.
Essa foi, aliás, a segunda maior fonte de reclamações ao Banco Central em dezembro, com 736 ocorrências, só atrás do item atendimento, com 818 demandas. Também apareceram entre os temas mais recorrentes reclamações sobre prazos não cumpridos (581), liquidação antecipada de dívidas (592), fornecimento de informações (331) e falta de transparência nas relações ou práticas não equitativas (296).
Dentre as instituições com menos de um milhão de clientes, as primeiras do ranking foram GE Capital, Votorantim, BGN, BIC e Industrial do Brasil, respectivamente, todas com índices bastante superiores aos dos grandes bancos. O BC também divulgou um ranking de queixas contra administradoras de consórcios. A líder foi a Empreendimentos Mafra, de Belo Horizonte, que foi impedida pelo órgão regulador de constituir novos consórcios.
Para representantes dos bancos, a tendência é que nos próximos meses o volume de reclamações comece a cair, à medida que os clientes passem a entender o funcionamento das ouvidorias internas. Esse canal de atendimento tornou-se obrigatório para todas grandes instituições financeiras do País desde outubro de 2007. "O objetivo é resolver os problemas internamente e evitar que as reclamações cheguem ao BC", diz Odair Ziolli, ouvidor da Nossa Caixa.
Segundo ele, após os primeiros meses de atuação das ouvidorias, os bancos já perceberam a recorrência de certos tipos de reclamações. Muitas delas, conta, têm a ver com deveres atribuídos aos clientes por ocasião da abertura da conta corrente. "Por não lerem o contrato, as pessoas não se dão conta de alguns compromissos que assumem", afirma. Para evitar que o assunto continue entre as principais fontes de problemas, adianta Violi, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) estuda orientar seus associados a dar mais destaque a itens considerados sensíveis nos contratos de abertura de conta corrente.
Em relatório divulgado na semana passada, a Febraban informou que os dez maiores bancos do País contabilizaram mais de 17 mil atendimentos em suas ouvidorias no último trimestre de 2007. As reclamações sobre cartões de crédito estão no topo da, com 27% dos casos, e as ligadas a contas-correntes ficaram em segundo, com 10% dos casos.

O ABN Amro Real foi, pelo terceiro mês consecutivo, o líder em queixas de clientes entre as grandes instituições financeiras que atuam no País, segundo o ranking de dezembro de 2007, divulgado ontem pelo BC (Banco Central). Caixa (CEF), Unibanco, Nossa Caixa e Santander também ficaram entre as cinco mais reclamadas, dentre os bancos com mais de um milhão de clientes.
Somadas, as queixas consideradas procedentes feitas contra os cinco bancos somaram 1,495 consultas ao BC, o que representa um crescimento de 14% ante dezembro de 2006. Proporcionalmente, no entanto, as ocorrências caíram. Isso porque o número de reclamações cresceu menos do que a base de clientes. O ABN, por exemplo, reduziu seu índice para 3,6, uma queda de quase 50% em 12 meses, porém insuficiente para tirá-lo da incômoda liderança.
Este índice é resultado da divisão do número de reclamações pelo número de clientes que em seguida é multiplicado por mil.
Os problemas com atendimento a correntistas e as questões relacionadas ao fornecimento de documentos foram os temas que mais geraram reclamações contra o ABN. Consultado, o banco não se manifestou.
A Caixa, segunda mais reclamada, considerou que sua posição no ranking é momentânea e deve-se ao excesso de demanda por informações de cadernetas de poupança relativos ao plano Bresser (1987). "Naquela época a Caixa detinha mais de 70% das contas de poupança do país. Como se trata de contas antigas, o cadastro não está disponível online, mas em microfichas que precisam ser pesquisadas manualmente", informou.
Essa foi, aliás, a segunda maior fonte de reclamações ao Banco Central em dezembro, com 736 ocorrências, só atrás do item atendimento, com 818 demandas. Também apareceram entre os temas mais recorrentes reclamações sobre prazos não cumpridos (581), liquidação antecipada de dívidas (592), fornecimento de informações (331) e falta de transparência nas relações ou práticas não equitativas (296).
Dentre as instituições com menos de um milhão de clientes, as primeiras do ranking foram GE Capital, Votorantim, BGN, BIC e Industrial do Brasil, respectivamente, todas com índices bastante superiores aos dos grandes bancos. O BC também divulgou um ranking de queixas contra administradoras de consórcios. A líder foi a Empreendimentos Mafra, de Belo Horizonte, que foi impedida pelo órgão regulador de constituir novos consórcios.
Para representantes dos bancos, a tendência é que nos próximos meses o volume de reclamações comece a cair, à medida que os clientes passem a entender o funcionamento das ouvidorias internas. Esse canal de atendimento tornou-se obrigatório para todas grandes instituições financeiras do País desde outubro de 2007. "O objetivo é resolver os problemas internamente e evitar que as reclamações cheguem ao BC", diz Odair Ziolli, ouvidor da Nossa Caixa.
Segundo ele, após os primeiros meses de atuação das ouvidorias, os bancos já perceberam a recorrência de certos tipos de reclamações. Muitas delas, conta, têm a ver com deveres atribuídos aos clientes por ocasião da abertura da conta corrente. "Por não lerem o contrato, as pessoas não se dão conta de alguns compromissos que assumem", afirma. Para evitar que o assunto continue entre as principais fontes de problemas, adianta Violi, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) estuda orientar seus associados a dar mais destaque a itens considerados sensíveis nos contratos de abertura de conta corrente.
Em relatório divulgado na semana passada, a Febraban informou que os dez maiores bancos do País contabilizaram mais de 17 mil atendimentos em suas ouvidorias no último trimestre de 2007. As reclamações sobre cartões de crédito estão no topo da, com 27% dos casos, e as ligadas a contas-correntes ficaram em segundo, com 10% dos casos.






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