domingo, 11 de maio de 2014

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Prefeitura de São Paulo anuncia reajuste de 15% aos professores

SÃO PAULO - O piso salarial dos professores municipais de São Paulo foi reajustado em 15,38%, passando de R$ 2,6 mil para R$ 3 mil a partir deste mês. O aumento beneficia docentes com nível superior que cumprem 40 horas-aula por semana. Neste ano, o aumento ainda entrará como abono complementar. A partir de 2015, será incorporado ao salário. A categoria está em greve desde 23 de abril e discutirá a continuidade ou não da paralisação na próxima terça-feira.
O anúncio do reajuste foi feito nesta sexta-feira, 9, pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), que destacou o esforço da administração municipal para efetivar a medida. "Esse é um dos melhores salários iniciais do País e também temos uma das melhores carreiras", disse o prefeito, lembrando que um professor com 25 anos de casa passará a ganhar R$ 8,8 mil.
"É uma iniciativa para valorizar os profissionais da educação, que estavam havia quatro anos sem aumento no piso", afirmou o secretário municipal de Educação, Cesar Callegari.
Também foram anunciados reajustes de 15,38% do piso dos diretores de escola (que passa de R$ 4.188 para R$ 4.832), dos supervisores escolares (de R$ 4.460 para R$ 5.146) e dos coordenadores pedagógicos (de R$ 3.692 para R$ 4.260). Os demais funcionários da educação que não ganham o piso terão aumento de 13,43%. Dessa forma, o reajuste chegará a 71 mil profissionais em atividade e a outros 21 mil aposentados. O impacto na folha de pagamento será de R$ 622 milhões neste ano.
Além do reajuste, o prefeito anunciou a contratação de 3.534 professores efetivos por meio de concurso público. As inscrições do processo seletivo devem ser abertas entre os dias 26 deste mês e 12 de junho. As provas estão previstas para julho e as contratações, para o fim deste ano.
Greve. Enquanto o prefeito anunciava o reajuste, cerca de 80 professores fizeram um protesto na Avenida Professor Francisco Morato, no Butantã, zona oeste da capital, no início da tarde desta sexta.
Para o Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), a proposta da Prefeitura não atende à demanda da categoria, que pede incorporação do aumento salarial ainda neste ano. Questionado, o secretário descartou a possibilidade: "Seria uma irresponsabilidade com as contas da Prefeitura. Faremos essa incorporação a partir do ano que vem".
Outro ponto que causa discordância é que, segundo o sindicato, o aumento real chegará a apenas 16 mil trabalhadores que recebem o piso.



A manutenção ou não da greve ainda será debatida em assembleia, mas a tendência é de que os docentes continuem parados. Segundo Callegari, a Prefeitura tem uma agenda de conversas com os professores e o diálogo continua nos próximos dias.

Guilherme Soares Dias - O Estado
-Luiz Carlos Vicente



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